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Futebol europeu também já sofreu com corrupção no futebol

Não é porque o futebol na Europa é devidamente organizado e mais abastado que está imune a casos de corrupção neste esporte. A Itália mesmo, uma gigante da modalidade, presenciou dois episódios de ampla dimensão. Há mais de três décadas, veio a público o Totonero 1980, um escândalo que envolviamanipulação de resultados nas Séries A e B do Campeonato Italiano. Jogadores “vendiam” as partidas por dinheiro. Clubes grandes italianos estiveram no olho do furacão, como Milan Lazio – que foram rebaixados para a segunda divisão – entre outros. O atacante Paolo Rossi, carrasco do Brasil na Copa de 1982, atuava no Perugia e foi suspenso por três anos – punição reduzida posteriormente para dois.

Além deste caso, o futebol italiano também viu episódios semelhantes, como o Totonero 1986 e o Calcioscommesse, de 2011. O Calciopoli, de 2006, foi um dos maiores escândalos de corrupção da Velha Bota. No entanto, neste caso, os maiores beneficiados eram os clubes – que selecionavam os árbitros para seus jogos – e não os apostados. Outras potências do futebol também viram suas reputações arranhadas por manipulações de resultados. A Alemanha teve episódio semelhante em 2005, no caso envolvendo o árbitro Robert Hoyzer.

Inglaterra teve problemas com apostas em 1915 e também nos anos 1960. Em ambos os casos, os maiores envolvidos na fraude eram os próprios atletas. Em 2005, na Bélgica, inúmeros jogadores e os times do Lierse, La Louvière, Sint-Truiden, AEC Mons, Verbroedering Geel e Germinal Beerschot foram acusados de receber dinheiro Ye Zheyun, empresário chinês, para manipular partidas do Campeonato Belga de forma a favorecer apostadores.

Fonte: Folha PE

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Samuel Azevedo
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