Milhões de pessoas são afetadas por chuva intensa na China

Mais de 2 milhões de pessoas foram afetadas pela chuva intensa que atingiu o centro e o sul da China desde a última quinta, informou nesta terça-feira (11) a mídia estatal chinesa. Dessas, pelo 150 mil tiveram que ser transferidas. Até o último levantamento oficial, pelos menos cinco pessoas tinham morrido por causa das chuvas.

A imprensa estatal também afirmou que 9 cidades da província de Jiangxi foram atingidas, com 137.200 hectares de plantações afetados. Outras 1.357 casas desmoronaram dentro da água, e 1.063 ficaram severamente danificadas.

Pessoas tentam tirar bambus do caminho depois da forte chuva que atingiu a província de Guangxi, na China, nesta segunda-feira (10). — Foto:  China Daily via Reuters

Pessoas tentam tirar bambus do caminho depois da forte chuva que atingiu a província de Guangxi, na China, nesta segunda-feira (10). — Foto: China Daily via Reuters

As perdas econômicas diretas estão estimadas em 3,73 bilhões de yuans (cerca de R$ 2 bilhões).

Os departamentos meteorológicos provinciais previram que várias rodadas de chuvas torrenciais atingiriam Jiangxi até o início de julho, e também devem se espalhar para outras províncias. Na província de Guizhou, uma cidade inteira ficou submersa em 2 metros de água, e em Guangxi outras 20 mil casas ficaram sem energia, segundo a BBC.

Homem carrega pertences enquanto anda por rua inundada em Guangxi, na China, neste domingo (9). — Foto: Stringer/Reuters
Homem carrega pertences enquanto anda por rua inundada em Guangxi, na China, neste domingo (9). — Foto: Stringer/Reuters

Dano causado pelas chuvas na região de Guangxi, na China, no último domingo (9). — Foto: STR/AFP
Dano causado pelas chuvas na região de Guangxi, na China, no último domingo (9). — Foto: STR/AFP

Dano causado pelas chuvas na região de Guangxi, na China, no último domingo (9). — Foto: STR/AFP

Dano causado pelas chuvas na região de Guangxi, na China, no último domingo (9). — Foto: STR/AFP
Dano causado pelas chuvas na região de Guangxi, na China, no último domingo (9). — Foto: STR/AFP

Fonte: G1

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